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domingo, 11 de maio de 2014

Workshop Ju Marconato

Gostaria de compartilhar minha opinião sobre o workshop de movimentos impactantes da Ju Marconato ministrado hoje pela manhã no VII Encontro Curitiba. Apesar de eu já ter o DVD de mesmo titulo eu resolvi fazer o workshop e graças a Deus eu tomei essa decisão. Primeiramente ela não se limita aos movimentos do DVD ela explora outras variações dos mesmos e ensina outros movimentos diferentes, apesar de ser meio corrido é possível executar os movimentos e ela faz inclusive correções. Isso já bastaria para, na minha opinião, valer a pena o investimento. Além disso ela é divertida e tem uma didática excelente. Mas isso não é tudo, alias eu diria que o melhor não é isso. Gente indescritível é a única palavra que define esse momento, a Ju é uma pessoa iluminada, extremamente empática, lindamente especial, carinhosa, atenciosa não dá pra acreditar que ela é de verdade. É uma lição de vida valiosíssima cada mensagem que ela passa, cada palavra toca no fundo da alma. Se alguém me contasse eu diria que é exagero mas eu vivenciei tudo isso e digo eu quero ser uma bailarina diferente a partir de agora, e não é sobre técnica, postura, elegância. É sobre sentimento, entrega, energia, troca. Então muito obrigada Ju Marconato, por ser quem vc é, por atingir as pessoas da forma que vc faz, e por ser essa estrela que ilumina a todos ao seu redor. E obrigada ao Encontro por proporcionar essa oportunidade. Acho que é desnecessário dizer que eu super recomendo qq workshop com essa Diva. 
PS: até uma borboleta pousou no quadril dela no meio do work, é magico demais

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Fan Veil

Leque de seda para a dança do ventre, além de mais um elemento, é a marca de uma fusão com a dança tradicional oriental.  Não se tem uma definição de onde começou a dança que conhecemos por Fan Veil, ou véu leque, mas há um indício de que sua origem tenha sido na dança oriental coreana e japonesa, Buchaechum (coreana) e a Odori (japonesa).
A dança com o véu leque seria uma combinação da dança oriental com a dança do leque coreana Buchaechum (fan dance). Sendo que foi adaptado um véu de seda pura ao leque para dar ênfase aos movimentos.
O fan véu começou a aparecer na dança do ventre por volta de 2003. Época em que vários grupos de dança chinesa começaram a se apresentar com frequência nos E.U.A, e  pode ter influenciado as praticantes da dança do ventre a fazerem essa fusão.
A fusão permite criar algo novo e diferente, como performances mais arrojadas na dança do ventre. Acredita-se que foi assim que os movimentos da dança chinesa se fundiram muito bem com os movimentos da dança do ventre.
Atualmente o Leque com véu de seda é a última moda entre as dançarinas de dança do ventre do mundo todo. A beleza encantadora dele, o efeito que proporciona quando movimentado com destreza e graciosidade é um ponto alto no show.
A dança com os fans (leques) é uma oportunidade para aqueles que querem experimentar a fusão dos movimentos da dança do ventre, com ritmo coreano ou japonês. Quando bem trabalhados, ficam maravilhosos!


Fonte: http://www.centraldancadoventre.com.br/

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Este Derbak me está me perseguindo

Procurando vídeos de solo de percussão para estudar eis que todos os vídeos que abro tocam a mesma música.
Resolvi fazer o post pra mostrar como é possível fazer inúmeras variações da mesma música.


Não coloquei todos pro post não ficar imensos mas acredite não postei nem metade hehehehe

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Clássica

"São as músicas mais longas, podendo ter até 12 minutos de duração. São também as mais difíceis de dançar, pois apresentam muitas variações de ritmos, velocidades e instrumentos, exigindo da bailarina, portanto, uma variedade de passos e bem como habilidade para marcar as nuances da música.

Geralmente começam com uma grande entrada, na qual a bailarina se apresenta ao público, fazendo deslocamentos, e podendo entrar com véu. E a música finaliza com essa mesma parte em que se iniciou, e é onde a bailarina se despede do público. No meio da música clássica, os ritmos e os instrumentos variam bastante, e geralmente pode aparecer um solo de percussão, um taksin, uma parte cantada, ou uma parte folclórica. E neste caso cabe à bailarina saber interpretar bem cada momento deste estilo de música grandiosa."





Bju pessoas

terça-feira, 17 de maio de 2011

Véu wings

Não se sabe exatamente sua origem, provavelmente nos EUA.
Algumas fontes alegam que está relacionado a Deusa Ísis, também é conhecido como véu de Ísis ou Ísis Wings.
Trata-se de um véu, geralmente plissado, em forma de asa que vai preso ao pescoço e em suas extremidades possue varas deixando sua extenção cerca de meio metro maior que a abertura dos braços.
Pode ser de vários tecidos, na maioria das vezes é feito de tecido laminado, altamente cintilante e sem transparencia ou de organza que é transparente e tem um brilho furta-cor perolado. Pode também ser confeccionado em seda, neste caso não sendo plissado.
Pede musicas expansivas, grandes e mais agitadas. Assim como o véu simples, pode ser utilizado durante toda a música ou apenas na introdução para uma grande entrada.
O véu wings é um excelente elemento cenico, devido ao seu brilho, extensão e cor.
Exige bastante espaço para dançar, ele é otimo para apresentações em palcos. Proporciona lindos efeitos em giros e deslocamentos, movimentação de braços, oscilação de mãos e alguns efeitos de moldura.

No video a seguir Ju Marconato dança com wings de tecido laminado.


No video a seguir Amar Gamal dança com wings de organza.


Espero que gostem.
Bju pessoas

sábado, 14 de maio de 2011

Véu duplo

Uma das variações da dança com véu, na dança do ventre, é o véu duplo. Como o proprio nome sujere, nesta modalidade, a bailarina dança com dois véus. Não há roupa ou ritmo especifico para esta modalidade de dança mas é comum utilizar musicas mais rápidas que peçam muitos giros já que é possivel explorar muitos efeitos com os véus durante os giros. Não há tb um tecido especifico para a confecção dos veús, mas é muito comum se utilizar o véu de papel que é feito de um tecido laminado leve e muito cintilante, utiliza-se tb seda, organza cristal, dependendo do efeito que se deseja. Nesta dança é possivel explorar varias possibilidades como usar os dois véus sobrepostos como se fossem apenas um, usar os dois separados um em cada mão com uma das pontas soltas, ou com uma das pontas presa a roupa.
Usando-se véus de cores diferentes, preferencialmente contrastantes, é possivel obter efeitos de mudança de cores durante os movimentos feitos com os véus.

Neste vídeo Adriana Cunha dança com véu de papel.



Nesta coreografia foi utilizado véu de organza

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Bju povo

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Dança com espada

"Uma variação da Dança do Ventre, ou seja, uma modalidade, na qual a bailarina dança com uma espada, feita especialmente para isso.
É uma dança que exige equilíbrio, pois que há movimentos em que se equilibra a espada em partes do corpo, além de exigir força, já que a espada é um pouco pesada.
A bailarina pode equilibrar a espada na cabeça, na mão, na cintura, no busto, no abdômen, e na perna enquanto dança.
Mas não se pode esquecer também da graciosidade e do charme presentes nesta dança.
Além de equilibrar a espada, a bailarina também faz movimentos com a espada no ar e realiza outros movimentos característicos da dança do ventre como oitos, redondos, ondulações, shimis, entre outros.
Movimentos de chão podem ser feitos.
Esta dança não requer ritmos ou trajes específicos, mas devem-se evitar os ritmos folclóricos. Geralmente é dançada em um ritmo mais lento, podendo a música apresentar algumas partes rápidas."

Pode-se inclusive associar o véu a espada, usando os dois elementos juntos, em um vídeo já postado aqui no blog.






Apreciem pessoas

Bju

domingo, 8 de maio de 2011

Solo de Derbak

Também conhecido como solo de percussão.
Constitui uma música ausente de instrumentos melódicos onde se destaca o Derbak, instrumento de percussão oriental. Também podem ser acompanhado por Daff ( pandeiro árabe) e snujs.
Neste estilo de dança a bailarina pode abusar dos tremidos movimentos secos, mas tb pode, e inclusive deve, executando movimentos sinuosos, deslocamentos e giros explorar variações.
Este é um exemplo de um solo de Derbak bem variado, que explora não apenas os movimentos de quadril, mas braços, cabeça, ombro, deslocamentos, giros e cambret.




Já neste video sa Saida, percebam como ela conduz o derbakista, que é uma possibilidade incrivel em solo de debak tocados ao vivo.



Espero que apreciem.
Bju pessoas

sábado, 7 de maio de 2011

Os 4 elementos da natureza associados à dança do ventre

Texto bem legal escrito pela maravilhosa Ju Marconato

Toda mulher tem em si várias formas de expressão e na dança precisamos oscilar entre cada uma delas. Amulher que dominar essas 4 variações, conseguirá surpreender o público e preencher todo o espaço comdomínio e presença de palco.Resolvi utilizar esta linguagem dos 4 elementos após um seminário de desenvolvimento da feminilidade!

Achei impressionante como tudo fica tão bem interligado!Lembrando que existem vários níveis de verdade,estamos em processo de crescimento e aprendizado. Sem a pretensão de possuir a verdade...vamos estudarum pouquinho dos elementos. A dança vai muito além de movimentar o corpo físico, ela atua em níveisenergéticos, trabalha expressão corporal, auto-estima, o desenvolvimento da feminilidade, a integração social erespeito ao próprio corpo.Quando tomamos consciência da relação que a dança tem com nossa vida, tudo tomaum significado mais profundo /e o trabalho de crescimento pessoal toma importância em nossas vidas.

O ELEMENTO TERRA: traz uma expressão forte e decidida! Para desenvolver e equilibrar este elemento,podemos escolher os solos de percussão onde a mulher precisa estar focada, com controle e clareza em relaçãoà seus movimentos! Movimentos que mantém nossa conexão dos pés com o solo e impulsos para o solo comosaíde e dabke por exemplo.O trabalho de coreografia também é bem vindo pois traz disciplina e organização corporal.Pessoas tipo terra são pé no chão, organizadas, focadas, decididas, líderes, etc.Relacionado ao chackra da base no final da coluna vertebral.

O ELEMENTO FOGO: esta expressão é de sensualidade, poder, controle, ousadia, mistério.O olhar marcante, uma postura sensual, de mulher elegante. Olhares, andadas poderosas, ondulações, redondosenvolventes sem quebra, os momentos de taksim e solo de algum instrumento. Quando a mulher se sentebonita, poderosa, sensual, ousada...Lembrando que todos os elementos devem estar em equilíbrio e não em excesso, o que neste caso deixaria adança muito sexy ou vulgar. Na verdade é o nosso “tempero” de sensualidade e feminilidade.Pessoas tipo fogo estão sempre bem arrumadas, extremamente femininas, chega a ser impossível não prestaratenção quando entram em um ambiente.Relacionado aos chakras do plexo solar, umbigo e sexual.

O ELEMENTO ÁGUA: esta expressão está ligada à alegria de viver, descontração, o hábito de celebrar a vidae ser “moleca”. Na dança encontramos os momentos que a bailarina se comunica com o público, com alegria,brincadeiras, etc. O trabalho de improviso também é bem vindo para “deixar fluir”.Felicidade, descontração, o deixar fluir naturalmente como água, contornando os obstáculos com facilidade eflexibilidade. O aspecto de compartilhar, de ser solidária, compartilhar, de dividir, de unir, alegrar.Está ligado à nossa capacidade de aproveitar os momentos da vida, curtir, rir cantar e dançar, para alegrarnossos dias. Deixar fluir como água. Podemos utilizar ondulações numa pulsação mais alegre e festiva.Pessoas tipo água são brincalhonas, adoram festa, são levadas facilmente por suas emoções.Relacionado aos chakras do coração e garganta.

O ELEMENTO AR: esta expressão é quase angelical, leve, algo que dá um toque de espiritualização à dança.Ligado a nossa conexão com o divino,à nossa capacidade de olhar além das aparências, de amar todos os seresdo Universo. Encontramos na expressão da dança, através das idéias leves, da sutileza de um gesto, na energiatransformadora de uma dança realizada com sabedoria interior. A força do bem, do coração, e eliminação doego. Nossa ligação com o divino, onde nos tornamos um canal para transmitir coisas boas através de nossadança. Presente em todas as filosofias orientais, a respiração é uma das formas mais antigas e sábias parailuminação do ser. Ela ativa o sistema nervoso parassimpático, que acalma e dissolve o stress.Pessoas tipo ar, tem capacidade de visualizar outros pontos de vista, são espiritualizadas, sábias.Relacionado ao chakra do terceiro olho e da coroa...

Cada elemento pode estar em excesso ou falta em nossa vida e nossa dança! Para isso é preciso um estudo aprofundado da relação de atitudes que tomamos na vida, associadas à nossa dança. Em uma música clássica por exemplo, precisamos respeitar as oscilações de humor da música e procurar o quetemos de cada elemento dentro de nós, para fluir uma expressão natural e de acordo com o contexto musical.Vamos resgatar o sagrado feminino e dançar com a alma, com uma consciência mais ampla erenovada.Namastê meninas lindaasss... “minha alma de bailarina reverencia e respeita à sua”.

Espero que sirva de inspiração.
Bju povo

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Juliana Marconato

Ela sem dúvida é uma das bailarinas que mais me inspira, maravilhosa.
Mas este vídeo estou postando por um motivo especifico, os movimentos que ela executa sentada a ajoelhada, eu considero uma boa ilustração da importância de fazer o movimentos sem ajuda das pernas, a total consciência do quadril, abrindo todas esses possibilidades e muitas mais.
Especialmente para minhas alunas



Espero que apreciem.
Bju e boa semana.