"Dança com duas taças, com uma vela dentro de cada.
É geralmente dançada em casamentos, batizados, aniversários.
As taças com velas iluminam o corpo, os trajes da bailarina e também o ambiente. Por isso recomenda-se que este não seja muito claro, mas que esteja na penumbra.
Não se sabe ao certo sua origem, mas acredita-se que tenha surgido no ocidente.
Não existe um traje pré-determinado, e também não há um ritmo específico. Apenas sugere-se que seja dançada ao som de uma música mais lenta e clássica, que cause um certo ar misterioso.
Por ser uma dança mais lenta e delicada, pode-se realizar movimentos de chão, bem como abusar de movimentos de oitos, ondulações, redondos e cambrets."
Pode-se tb explorar equilibrios e desenhos feitos pelo fogo no ambiente escuro.
Apreciem pessoas.
Bju
sexta-feira, 13 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Dança com espada
"Uma variação da Dança do Ventre, ou seja, uma modalidade, na qual a bailarina dança com uma espada, feita especialmente para isso.
É uma dança que exige equilíbrio, pois que há movimentos em que se equilibra a espada em partes do corpo, além de exigir força, já que a espada é um pouco pesada.
A bailarina pode equilibrar a espada na cabeça, na mão, na cintura, no busto, no abdômen, e na perna enquanto dança.
Mas não se pode esquecer também da graciosidade e do charme presentes nesta dança.
Além de equilibrar a espada, a bailarina também faz movimentos com a espada no ar e realiza outros movimentos característicos da dança do ventre como oitos, redondos, ondulações, shimis, entre outros.
Movimentos de chão podem ser feitos.
Esta dança não requer ritmos ou trajes específicos, mas devem-se evitar os ritmos folclóricos. Geralmente é dançada em um ritmo mais lento, podendo a música apresentar algumas partes rápidas."
Pode-se inclusive associar o véu a espada, usando os dois elementos juntos, em um vídeo já postado aqui no blog.
Apreciem pessoas
Bju
É uma dança que exige equilíbrio, pois que há movimentos em que se equilibra a espada em partes do corpo, além de exigir força, já que a espada é um pouco pesada.
A bailarina pode equilibrar a espada na cabeça, na mão, na cintura, no busto, no abdômen, e na perna enquanto dança.
Mas não se pode esquecer também da graciosidade e do charme presentes nesta dança.
Além de equilibrar a espada, a bailarina também faz movimentos com a espada no ar e realiza outros movimentos característicos da dança do ventre como oitos, redondos, ondulações, shimis, entre outros.
Movimentos de chão podem ser feitos.
Esta dança não requer ritmos ou trajes específicos, mas devem-se evitar os ritmos folclóricos. Geralmente é dançada em um ritmo mais lento, podendo a música apresentar algumas partes rápidas."
Pode-se inclusive associar o véu a espada, usando os dois elementos juntos, em um vídeo já postado aqui no blog.
Apreciem pessoas
Bju
domingo, 8 de maio de 2011
Dança com Véu
Trechos do texto de Central Dança do Ventre
"O véu na Dança do Ventre é como uma extensão da bailarina, de seus braços, proporcionando um ar de mistério, leveza e encanto.
A dança com véu pode variar de acordo com a intenção e criatividade da bailarina: pode-se dançar com um único véu, com dois ou até nove.
Não é muito comum nos países árabes. É mais usado nos países ocidentais como o Brasil e os Estados Unidos.
Não há traje e nem ritmo específico para sua execução. Apenas recomenda-se evitar ritmos folclóricos e solos de derbak. A música pode ser mais lenta ou mais rápida.
Esta dança exige equilíbrio pois pede deslocamentos e giros. Também requer habilidade da bailarina já que este objeto cênico se movimenta durante a dança, ao contrário do punhal por exemplo.
Há um intenso trabalho de braços, portanto eles devem estar alongados para realizar movimentos amplos e belos."
O véu pode ser feito com varios tipos de tecidos, cada um com suas caracteristicas de cor, opacidade ou transparencia, brilho, levesa, caimento, etc.
Ele também pode ser usado durante toda a música ou apenas na entrada da bailarina para dar mais amplitude aos movimentos e deslocamentos da bailarina.
No video seguinte a bailarina Jufih dança com um "véu de papel", esse tecido é comumente usado especialmente para véu duplo, é leve, armado, responde rapidamente tem um brilho cintilante.
Neste video a bailarina Lulu Sabongi dança com um véu de seda, muito comum na dança do ventre, ele é extremente leve, tem brilho perolado responde tb muito rápido mas pode embolar facilmente.
Apreciem.
Bju pessoas
"O véu na Dança do Ventre é como uma extensão da bailarina, de seus braços, proporcionando um ar de mistério, leveza e encanto.
A dança com véu pode variar de acordo com a intenção e criatividade da bailarina: pode-se dançar com um único véu, com dois ou até nove.
Não é muito comum nos países árabes. É mais usado nos países ocidentais como o Brasil e os Estados Unidos.
Não há traje e nem ritmo específico para sua execução. Apenas recomenda-se evitar ritmos folclóricos e solos de derbak. A música pode ser mais lenta ou mais rápida.
Esta dança exige equilíbrio pois pede deslocamentos e giros. Também requer habilidade da bailarina já que este objeto cênico se movimenta durante a dança, ao contrário do punhal por exemplo.
Há um intenso trabalho de braços, portanto eles devem estar alongados para realizar movimentos amplos e belos."
O véu pode ser feito com varios tipos de tecidos, cada um com suas caracteristicas de cor, opacidade ou transparencia, brilho, levesa, caimento, etc.
Ele também pode ser usado durante toda a música ou apenas na entrada da bailarina para dar mais amplitude aos movimentos e deslocamentos da bailarina.
No video seguinte a bailarina Jufih dança com um "véu de papel", esse tecido é comumente usado especialmente para véu duplo, é leve, armado, responde rapidamente tem um brilho cintilante.
Neste video a bailarina Lulu Sabongi dança com um véu de seda, muito comum na dança do ventre, ele é extremente leve, tem brilho perolado responde tb muito rápido mas pode embolar facilmente.
Apreciem.
Bju pessoas
Solo de Derbak
Também conhecido como solo de percussão.
Constitui uma música ausente de instrumentos melódicos onde se destaca o Derbak, instrumento de percussão oriental. Também podem ser acompanhado por Daff ( pandeiro árabe) e snujs.
Neste estilo de dança a bailarina pode abusar dos tremidos movimentos secos, mas tb pode, e inclusive deve, executando movimentos sinuosos, deslocamentos e giros explorar variações.
Este é um exemplo de um solo de Derbak bem variado, que explora não apenas os movimentos de quadril, mas braços, cabeça, ombro, deslocamentos, giros e cambret.
Já neste video sa Saida, percebam como ela conduz o derbakista, que é uma possibilidade incrivel em solo de debak tocados ao vivo.
Espero que apreciem.
Bju pessoas
Constitui uma música ausente de instrumentos melódicos onde se destaca o Derbak, instrumento de percussão oriental. Também podem ser acompanhado por Daff ( pandeiro árabe) e snujs.
Neste estilo de dança a bailarina pode abusar dos tremidos movimentos secos, mas tb pode, e inclusive deve, executando movimentos sinuosos, deslocamentos e giros explorar variações.
Este é um exemplo de um solo de Derbak bem variado, que explora não apenas os movimentos de quadril, mas braços, cabeça, ombro, deslocamentos, giros e cambret.
Já neste video sa Saida, percebam como ela conduz o derbakista, que é uma possibilidade incrivel em solo de debak tocados ao vivo.
Espero que apreciem.
Bju pessoas
sábado, 7 de maio de 2011
Os 4 elementos da natureza associados à dança do ventre
Texto bem legal escrito pela maravilhosa Ju Marconato
Toda mulher tem em si várias formas de expressão e na dança precisamos oscilar entre cada uma delas. Amulher que dominar essas 4 variações, conseguirá surpreender o público e preencher todo o espaço comdomínio e presença de palco.Resolvi utilizar esta linguagem dos 4 elementos após um seminário de desenvolvimento da feminilidade!
Achei impressionante como tudo fica tão bem interligado!Lembrando que existem vários níveis de verdade,estamos em processo de crescimento e aprendizado. Sem a pretensão de possuir a verdade...vamos estudarum pouquinho dos elementos. A dança vai muito além de movimentar o corpo físico, ela atua em níveisenergéticos, trabalha expressão corporal, auto-estima, o desenvolvimento da feminilidade, a integração social erespeito ao próprio corpo.Quando tomamos consciência da relação que a dança tem com nossa vida, tudo tomaum significado mais profundo /e o trabalho de crescimento pessoal toma importância em nossas vidas.
O ELEMENTO TERRA: traz uma expressão forte e decidida! Para desenvolver e equilibrar este elemento,podemos escolher os solos de percussão onde a mulher precisa estar focada, com controle e clareza em relaçãoà seus movimentos! Movimentos que mantém nossa conexão dos pés com o solo e impulsos para o solo comosaíde e dabke por exemplo.O trabalho de coreografia também é bem vindo pois traz disciplina e organização corporal.Pessoas tipo terra são pé no chão, organizadas, focadas, decididas, líderes, etc.Relacionado ao chackra da base no final da coluna vertebral.
O ELEMENTO FOGO: esta expressão é de sensualidade, poder, controle, ousadia, mistério.O olhar marcante, uma postura sensual, de mulher elegante. Olhares, andadas poderosas, ondulações, redondosenvolventes sem quebra, os momentos de taksim e solo de algum instrumento. Quando a mulher se sentebonita, poderosa, sensual, ousada...Lembrando que todos os elementos devem estar em equilíbrio e não em excesso, o que neste caso deixaria adança muito sexy ou vulgar. Na verdade é o nosso “tempero” de sensualidade e feminilidade.Pessoas tipo fogo estão sempre bem arrumadas, extremamente femininas, chega a ser impossível não prestaratenção quando entram em um ambiente.Relacionado aos chakras do plexo solar, umbigo e sexual.
O ELEMENTO ÁGUA: esta expressão está ligada à alegria de viver, descontração, o hábito de celebrar a vidae ser “moleca”. Na dança encontramos os momentos que a bailarina se comunica com o público, com alegria,brincadeiras, etc. O trabalho de improviso também é bem vindo para “deixar fluir”.Felicidade, descontração, o deixar fluir naturalmente como água, contornando os obstáculos com facilidade eflexibilidade. O aspecto de compartilhar, de ser solidária, compartilhar, de dividir, de unir, alegrar.Está ligado à nossa capacidade de aproveitar os momentos da vida, curtir, rir cantar e dançar, para alegrarnossos dias. Deixar fluir como água. Podemos utilizar ondulações numa pulsação mais alegre e festiva.Pessoas tipo água são brincalhonas, adoram festa, são levadas facilmente por suas emoções.Relacionado aos chakras do coração e garganta.
O ELEMENTO AR: esta expressão é quase angelical, leve, algo que dá um toque de espiritualização à dança.Ligado a nossa conexão com o divino,à nossa capacidade de olhar além das aparências, de amar todos os seresdo Universo. Encontramos na expressão da dança, através das idéias leves, da sutileza de um gesto, na energiatransformadora de uma dança realizada com sabedoria interior. A força do bem, do coração, e eliminação doego. Nossa ligação com o divino, onde nos tornamos um canal para transmitir coisas boas através de nossadança. Presente em todas as filosofias orientais, a respiração é uma das formas mais antigas e sábias parailuminação do ser. Ela ativa o sistema nervoso parassimpático, que acalma e dissolve o stress.Pessoas tipo ar, tem capacidade de visualizar outros pontos de vista, são espiritualizadas, sábias.Relacionado ao chakra do terceiro olho e da coroa...
Cada elemento pode estar em excesso ou falta em nossa vida e nossa dança! Para isso é preciso um estudo aprofundado da relação de atitudes que tomamos na vida, associadas à nossa dança. Em uma música clássica por exemplo, precisamos respeitar as oscilações de humor da música e procurar o quetemos de cada elemento dentro de nós, para fluir uma expressão natural e de acordo com o contexto musical.Vamos resgatar o sagrado feminino e dançar com a alma, com uma consciência mais ampla erenovada.Namastê meninas lindaasss... “minha alma de bailarina reverencia e respeita à sua”.
Espero que sirva de inspiração.
Bju povo
Toda mulher tem em si várias formas de expressão e na dança precisamos oscilar entre cada uma delas. Amulher que dominar essas 4 variações, conseguirá surpreender o público e preencher todo o espaço comdomínio e presença de palco.Resolvi utilizar esta linguagem dos 4 elementos após um seminário de desenvolvimento da feminilidade!Achei impressionante como tudo fica tão bem interligado!Lembrando que existem vários níveis de verdade,estamos em processo de crescimento e aprendizado. Sem a pretensão de possuir a verdade...vamos estudarum pouquinho dos elementos. A dança vai muito além de movimentar o corpo físico, ela atua em níveisenergéticos, trabalha expressão corporal, auto-estima, o desenvolvimento da feminilidade, a integração social erespeito ao próprio corpo.Quando tomamos consciência da relação que a dança tem com nossa vida, tudo tomaum significado mais profundo /e o trabalho de crescimento pessoal toma importância em nossas vidas.
O ELEMENTO TERRA: traz uma expressão forte e decidida! Para desenvolver e equilibrar este elemento,podemos escolher os solos de percussão onde a mulher precisa estar focada, com controle e clareza em relaçãoà seus movimentos! Movimentos que mantém nossa conexão dos pés com o solo e impulsos para o solo comosaíde e dabke por exemplo.O trabalho de coreografia também é bem vindo pois traz disciplina e organização corporal.Pessoas tipo terra são pé no chão, organizadas, focadas, decididas, líderes, etc.Relacionado ao chackra da base no final da coluna vertebral.
O ELEMENTO FOGO: esta expressão é de sensualidade, poder, controle, ousadia, mistério.O olhar marcante, uma postura sensual, de mulher elegante. Olhares, andadas poderosas, ondulações, redondosenvolventes sem quebra, os momentos de taksim e solo de algum instrumento. Quando a mulher se sentebonita, poderosa, sensual, ousada...Lembrando que todos os elementos devem estar em equilíbrio e não em excesso, o que neste caso deixaria adança muito sexy ou vulgar. Na verdade é o nosso “tempero” de sensualidade e feminilidade.Pessoas tipo fogo estão sempre bem arrumadas, extremamente femininas, chega a ser impossível não prestaratenção quando entram em um ambiente.Relacionado aos chakras do plexo solar, umbigo e sexual.
O ELEMENTO ÁGUA: esta expressão está ligada à alegria de viver, descontração, o hábito de celebrar a vidae ser “moleca”. Na dança encontramos os momentos que a bailarina se comunica com o público, com alegria,brincadeiras, etc. O trabalho de improviso também é bem vindo para “deixar fluir”.Felicidade, descontração, o deixar fluir naturalmente como água, contornando os obstáculos com facilidade eflexibilidade. O aspecto de compartilhar, de ser solidária, compartilhar, de dividir, de unir, alegrar.Está ligado à nossa capacidade de aproveitar os momentos da vida, curtir, rir cantar e dançar, para alegrarnossos dias. Deixar fluir como água. Podemos utilizar ondulações numa pulsação mais alegre e festiva.Pessoas tipo água são brincalhonas, adoram festa, são levadas facilmente por suas emoções.Relacionado aos chakras do coração e garganta.
O ELEMENTO AR: esta expressão é quase angelical, leve, algo que dá um toque de espiritualização à dança.Ligado a nossa conexão com o divino,à nossa capacidade de olhar além das aparências, de amar todos os seresdo Universo. Encontramos na expressão da dança, através das idéias leves, da sutileza de um gesto, na energiatransformadora de uma dança realizada com sabedoria interior. A força do bem, do coração, e eliminação doego. Nossa ligação com o divino, onde nos tornamos um canal para transmitir coisas boas através de nossadança. Presente em todas as filosofias orientais, a respiração é uma das formas mais antigas e sábias parailuminação do ser. Ela ativa o sistema nervoso parassimpático, que acalma e dissolve o stress.Pessoas tipo ar, tem capacidade de visualizar outros pontos de vista, são espiritualizadas, sábias.Relacionado ao chakra do terceiro olho e da coroa...
Cada elemento pode estar em excesso ou falta em nossa vida e nossa dança! Para isso é preciso um estudo aprofundado da relação de atitudes que tomamos na vida, associadas à nossa dança. Em uma música clássica por exemplo, precisamos respeitar as oscilações de humor da música e procurar o quetemos de cada elemento dentro de nós, para fluir uma expressão natural e de acordo com o contexto musical.Vamos resgatar o sagrado feminino e dançar com a alma, com uma consciência mais ampla erenovada.Namastê meninas lindaasss... “minha alma de bailarina reverencia e respeita à sua”.
Espero que sirva de inspiração.
Bju povo
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Polímnia Garro
Reparem no salto, ao melhor estilo Libanesa.
Os giros tb são lindos demais.
Neste video não aparece mas ela faz um oito de cabeça perfeito.
Bju
Os giros tb são lindos demais.
Neste video não aparece mas ela faz um oito de cabeça perfeito.
Bju
quarta-feira, 4 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
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