Oportunidade maravilhosa.
Não percam.
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terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Clássica
"São as músicas mais longas, podendo ter até 12 minutos de duração. São também as mais difíceis de dançar, pois apresentam muitas variações de ritmos, velocidades e instrumentos, exigindo da bailarina, portanto, uma variedade de passos e bem como habilidade para marcar as nuances da música.
Geralmente começam com uma grande entrada, na qual a bailarina se apresenta ao público, fazendo deslocamentos, e podendo entrar com véu. E a música finaliza com essa mesma parte em que se iniciou, e é onde a bailarina se despede do público. No meio da música clássica, os ritmos e os instrumentos variam bastante, e geralmente pode aparecer um solo de percussão, um taksin, uma parte cantada, ou uma parte folclórica. E neste caso cabe à bailarina saber interpretar bem cada momento deste estilo de música grandiosa."
Bju pessoas
Geralmente começam com uma grande entrada, na qual a bailarina se apresenta ao público, fazendo deslocamentos, e podendo entrar com véu. E a música finaliza com essa mesma parte em que se iniciou, e é onde a bailarina se despede do público. No meio da música clássica, os ritmos e os instrumentos variam bastante, e geralmente pode aparecer um solo de percussão, um taksin, uma parte cantada, ou uma parte folclórica. E neste caso cabe à bailarina saber interpretar bem cada momento deste estilo de música grandiosa."
Bju pessoas
sábado, 21 de maio de 2011
Mostra Artística do CDS
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Lis Madhava,
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Mandacarú,
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sakura fubuki
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Mostra Artística do CDS
PROGRAMAÇÃO:
ATIVIDADES SOB A COORDENAÇÂO DA PROFª MARIZE AMORIM LOPES:
18:30 - Grupo de Dança da Terceira Idade
18:45 - Grupo de Ginástica da Terceira Idade
ATIVIDADES SOB A COORDENAÇÃO DA PROFª CRISTIANE KER DE MELO
19:00 - Belly FuZion - Grupo Flores do Nilo
Coreografias: BellyJazz; Farah; Sakura Fubuki e Mandacarú.
Direção: Julieta Furtado
Bailarinas: Lis Madhava, Záira Rodrigues, Meg Kleist, Juliana Carboni, Julieta Furtado, Alexsandra Borges, Rosangela Martins, Taiana Grando, Cíntia Vilanova e Juliana Luiz.
Duração: aproximadamente 18 minutos.
19:20 - Dança do Ventre - Clássica
Coreografia: Sensações
Bailarina e coreógrafa: Náiade Scharkey
Duração: 5 minutos
19:30 - Grupo Padma de Danças Indianas
Coreografias: Dança Indiana Moderna – Bollywood
Direção: Madhava Keli (Maria Clara S. Tavares)
Bailarinas: Madhava Keli (Maria Clara S. Tavares)
Duração: aproximandamente 05 minutos.
19:40 - Dança do Ventre – Moderno Árabe
Bailarina e coreógrafa: Daiana Lopes
Duração: 4 minutos
19:50 – Casal de Tango
Bailarinos e coreógrafos: Laura Murphy e Fransley Padilha
Duração: 07 minutos
20:00 - Dança do Ventre – Moderna
Bailarina e coreógrafa: Amanda Picoli
Duração: 3 minutos
20:05 - Solo (Dança do Ventre – solo de chão)
Coreografia: Afrodite Pandemus
Bailarina/Coreógrafa: Melody Lima Scarlato
Duração: 04:30
20:10 - Grupo Náiadis (Flamenco Árabe)
Coreógrafa: Náiade Scharkey e Grupo
Bailarinas: Meg Kleist,Daiana Lopes, Juliana Carboni, Amanda Picoli,
Ivete Picoli, Taiana Grando, Cíntia Vilanova e Alexsandra Borges.
Duração: 04 minutos
20:20 - Dança do Ventre Moderna
Coreografia: Winged
Bailarina e coreógrafa: Lydia el Charis
Duração: 05 minutos
ATIVIDADES SOB A COORDENAÇÃO DA PROFª LUCIANA FIAMONCINI
20:30 - Projeto Experimentações em dança: Grupo Fazendo Corpo Mole, com a participação dos músicos Vicente Piacentini e Clarissa Caterina.
Apresentaremos uma Sinopse do espetáculo "Quando nós somos você".
Bailarinas: Vera Pardo, Priscilla Clemente e Luciana Fiamoncini
Duração: 30 minutos
21:00 - Projeto Acrobacia Aérea em Tecido
Coreografia "Encontros"
Tecidistas: Andrea Dinon, Danieli Pereira, Manoela Clausen Vieira, Katina Roumbedakis Ramos, Cassio de Oliveira Ramos, Celso Tomio Iriê, Maini Narciso, Thais Gil de Castro, Juliana Loes Torres e Luciana Fiamoncini.
Duração: 18 minutos
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domingo, 15 de maio de 2011
Dança do Candelabro
"Dança na qual a bailarina usa um candelabro sobre a cabeça. Recomenda-se que haja um véu sobre a cabeça, embaixo do candelabro.
O candelabro pode ter de 7 a 14 velas, dependendo da preferência. Quanto menor o número de velas, menor o candelabro, e mais delicado.
Seu nome egípcio é Raks El Shamadan e sua provável origem é grega ou judaica.
É uma dança antiga que fazia parte das celebrações egípcias de casamento, nascimento e aniversários, como ainda o é em muitos países árabes.
Assim, é comum que uma bailarina entre como em um cortejo à frente dos noivos, dançando com o candelabro. Desta maneira ela procura iluminar o caminho do casal, como uma forma de trazer felicidade para ele. É uma dança que serve para celebrar a vida e a união entre as pessoas.
Não tem traje ou ritmo específico, mas geralmente dança-se ao som do ritmo Zaffe ou na versão mais lenta do Malfuf.
De qualquer forma é importante que a música seja lenta, pelo menos na maior parte do tempo, pois com o candelabro não é possível realizar muita variedade de movimentos rápidos.
É uma dança que requer mais movimentos delicados e sinuosos, além de bastante equilíbrio."
Bju povo
O candelabro pode ter de 7 a 14 velas, dependendo da preferência. Quanto menor o número de velas, menor o candelabro, e mais delicado.
Seu nome egípcio é Raks El Shamadan e sua provável origem é grega ou judaica.
É uma dança antiga que fazia parte das celebrações egípcias de casamento, nascimento e aniversários, como ainda o é em muitos países árabes.
Assim, é comum que uma bailarina entre como em um cortejo à frente dos noivos, dançando com o candelabro. Desta maneira ela procura iluminar o caminho do casal, como uma forma de trazer felicidade para ele. É uma dança que serve para celebrar a vida e a união entre as pessoas.
Não tem traje ou ritmo específico, mas geralmente dança-se ao som do ritmo Zaffe ou na versão mais lenta do Malfuf.
De qualquer forma é importante que a música seja lenta, pelo menos na maior parte do tempo, pois com o candelabro não é possível realizar muita variedade de movimentos rápidos.
É uma dança que requer mais movimentos delicados e sinuosos, além de bastante equilíbrio."
Bju povo
domingo, 8 de maio de 2011
Solo de Derbak
Também conhecido como solo de percussão.
Constitui uma música ausente de instrumentos melódicos onde se destaca o Derbak, instrumento de percussão oriental. Também podem ser acompanhado por Daff ( pandeiro árabe) e snujs.
Neste estilo de dança a bailarina pode abusar dos tremidos movimentos secos, mas tb pode, e inclusive deve, executando movimentos sinuosos, deslocamentos e giros explorar variações.
Este é um exemplo de um solo de Derbak bem variado, que explora não apenas os movimentos de quadril, mas braços, cabeça, ombro, deslocamentos, giros e cambret.
Já neste video sa Saida, percebam como ela conduz o derbakista, que é uma possibilidade incrivel em solo de debak tocados ao vivo.
Espero que apreciem.
Bju pessoas
Constitui uma música ausente de instrumentos melódicos onde se destaca o Derbak, instrumento de percussão oriental. Também podem ser acompanhado por Daff ( pandeiro árabe) e snujs.
Neste estilo de dança a bailarina pode abusar dos tremidos movimentos secos, mas tb pode, e inclusive deve, executando movimentos sinuosos, deslocamentos e giros explorar variações.
Este é um exemplo de um solo de Derbak bem variado, que explora não apenas os movimentos de quadril, mas braços, cabeça, ombro, deslocamentos, giros e cambret.
Já neste video sa Saida, percebam como ela conduz o derbakista, que é uma possibilidade incrivel em solo de debak tocados ao vivo.
Espero que apreciem.
Bju pessoas
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Festa do Camelo
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