O vídeo deste post mostra um tipo de dança mais teatral, temática.
Eu gosto deste vídeo pois ele é um bom exemplo de como usar um tema, uma historia, para inspirar e elaboração de uma coreografia ou improviso. Pensar em um animal, em um personagem pode instigar a criatividade e a explorar novas possibilidades.
Espero que gostem.
Bju povo
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Dicas para melhorar o improviso
Quando queremos que um movimento de quadris fique mais bonito, maior e mais controlado nós treinamos, não é mesmo?
Com o improviso deve ser igual. O treino é fundamental. Quanto mais treinamos, melhor ficamos!
Lembre-se de que no início, também como nos movimentos, nosso improviso será como um bebê: ainda desajeitado, muito singelo e repetitivo. Mas com o tempo e treino, ele vai se desenvolvendo até ficar elaborado, criativo e inteligente!
Aí vão algumas dicas para um treino inicial:
1- Opte por músicas do tipo modernas de três a 5 minutos. Elas são constantes e possuem pouca variação de ritmos de base. Assim, você poderá se concentrar apenas no treino da memória.
2- Você pode fazer esse exercício em sala de aula com as colegas ou em casa sozinha.
3- Escolha dois movimentos que você mais gosta: Ex. oito para frente e básico egípcio. Eles serão seus movimentos de socorro! Quando nenhum outro vier à sua cabeça, recorra a um deles.
4- Faça uma revisãozinha rápida antes da música começar. Tranquilamente, tente lembrar-se do máximo de movimentos e variações que puder.
5- Coloque a música, ouça como ela é (rápida, alegre, charmosa...), pense no primeiro movimento e faça.
6- Mantendo-se em movimento, pense em outro e somente quando estiver confortável com o próximo que pensou, mude-o na dança. Ainda não se preocupe com a quantidade de repetições nem com ligações de passos. Demore no mesmo movimento quanto for preciso! Lembre-se de que é apenas o começo e, por isso, você tem o direito de errar!
7- Quando nenhum novo movimento surgir na sua memória, recorra aos movimentos de socorro que você escolheu!
8- Use o movimento que vier à sua cabeça. Pode ser um movimento novo, um que você já tenha feito anteriormente ou uma variação dele Ex: ondulação no lugar e depois ondulação deslocando para a lateral.
9- Faça esse exercício por no mínimo três minutos, sem interrupções. Nem que seja para você ficar alternando apenas entre seus dois movimentos de socorro! Chegará o momento que esses movimento ficarão tão confortáveis, que outro movimento surgirá e assim por diante.
10- Persista firmemente até o fim da música.
11- Quando a música terminar faça a pose final! espere três segundos e agradeça!
Além de aprimorar a dança, esse exercício também trabalha sua musicalidade, sua memória, o acesso ao seu repertório, a velocidade de execução do movimento, ajuda você a fazer escolhas de acordo com seu gosto, ajuda a desenvolver a criatividade e futuramente seu estilo próprio.
Eu recomendo!!!
Nesrine
fonte: http://www.centraldancadoventre.com.br/artigos/1638-dicas-para-melhorar-o-improviso
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Coreografia ou Dança Improvisada?
| Escrito por Layla Khodair |
| Historicamente a Dança do Ventre é essencialmente improvisada. Nos últimos anos, foram surgindo métodos de ensino, escolas e professores especializados e dedicados em dar à dança um caráter mais “institucional”. Com este movimento natural na história da dança, surgiram dúvidas e conflitos em suas praticantes, sejam elas amadoras ou profissionais. O certo é executar a Dança do Ventre de maneira coreografada ou improvisada? Na verdade, deve-se aproveitar o melhor dos dois mundos. A dança coreografada nos permite desenvolver a capacidade de memorização, treinar exaustivamente os movimentos e as ligações entre eles. Nos permite conhecer intimamente a música e praticar leitura musical. Através da coreografia se consegue elaborar a organização espacial, pensar em como dividir a atenção entre os públicos e como serão as linhas estéticas dos movimentos como braços, giros etc. Se houver um elemento cênico como o véu, é possível planejar como dançará com ele, quando e como o largará. Finalmente, é possível ainda desenvolver um trabalho aprofundado de interpretação e expressão corporal, buscando decodificar o que a música está pedindo em cada momento. Em contrapartida, a dança improvisada nos permite ser espontâneas e com a experiência, ficamos mais ágeis e reagimos cada vez mais rapidamente às mudanças repentinas na música ou a situações inesperadas. Para fazê-la, é preciso deixar aflorar as impressões e experiências acumuladas ao longo da vida, desde as memórias mais remotas da infância até as informações técnicas recebidas em sala de aula. Cada bailarina adota uma maneira particular de dançar. Algumas dançam de maneira totalmente improvisada, outras coreografam trechos da música e improvisam no restante e há aquelas que gostam de executar tudo integralmente coreografado. Não existe certo ou errado. Existem fatores que devemos levar em consideração: mesmo a dança improvisada exige uma base técnica e, por outro lado, a bailarina que coreografa totalmente a sua dança, se não trabalhar a improvisação, poderá acabar executando uma apresentação mecânica e previsível e terá pouca habilidade para lidar com adversidades. O importante é encontrar uma maneira de dançar em que se sinta segurança, respeitando e aperfeiçoando a técnica a cada apresentação, sem esquecer a parte espontânea e lúdica que fazem parte da arte de dançar! Fonte: http://www.centraldancadoventre.com.br/artigos/448-coreografia-ou-danca-improvisada Publicado originalmente em: http://laylakhodair.wordpress.com/ |
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